O Reiki é a "Arte secreta para convidar à felicidade, a medicina espiritual para todas as doenças do corpo e da mente.” (Mikao Usui)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Linda e Poderosa

 Hoje falarei sobre uma das muitas flores e plantas que existem aqui no meu jardim: as Capuchinhas. Wow! Como são lindas!!!
 
Bem, a Capuchinha (Tropaeolum majus L.) é uma erva americana que foi introduzida na Europa apenas no século XVII, onde fez muito sucesso pelos seus poderes medicinais e por sua aplicação na culinária. Originária dos Andes (Colômbia, Equador, Peru e Bolívia), nessa região é conhecida há muito tempo por suas propriedades anti-sépticas.

Seus frutos são confundidos com os da alcaparra e empregados para adulterar preparados condimentares e suas flores muito usadas na decoração de pratos (que ficam lindos)!

As folhas e flores têm um sabor picante e levemente amargo lembram o agrião e a mostarda. Podem ser adicionadas a saladas, queijo fresco, omeletes, empanadas e até mesmo utilizadas em tortas doces. Quando cortadas em pedaços melhoram o sabor de vinagretes e molhos. As folhas mais suculentas têm sabor menos intenso e são utilizadas inteiras ou em pedaços, cruas ou ligeiramente salteadas, e também como guarnição. Os frutos são usados no preparo de picles. Os botões florais servem para substituir a alcaparra e são utilizados em conservas de vinagre e sal para temperar saladas e verduras cruas
É muito rica em vitamina C e minerais, por isso é empregada no tratamento do escorbuto (do latim scorbutus) é uma doença que tem como primeiros sintomas hemorragias nas gengivas, inchaço com pus nas gengivas, dores nas articulações, feridas que não cicatrizam, além de desestabilização dos dentes. É provocada pela carência grave de vitamina C na dieta) e indicada em dietas de convalescentes e pessoas com hipovitaminose. Também estimula o apetite, é digestiva, tônica e ajuda a limpar o sangue das impurezas. Auxilia no tratamento de inflamações do fígado e rins. Por conter muitos óleos essenciais, em alguns países é utilizada para tratar feridas. Esta planta também reforça o sistema imunitário.
 Nem me lembro mais quando ela surgiu aqui no meu jardim, mas seu plantio pode ser através de sementes, estacas ou mudas prontas. É comum ela desaparecer, mas devido às sementes que caem ela volta a surgir espontâneamente (que maravilha!). Se for plantar em vasos, use um que tenha a boca larga!


Fonte: http://recantodaservas.blogspot.com.br/2010/04/capuchinha.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escorbuto

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domingo, 27 de janeiro de 2013

Minha linda "colméia"

 
Prosthechea ou Anacheilium Fragans?



     Ah! nomenclaturas... Aliás, quase as ignoro por completo! E como a primeira impressão é a que permanece, prá mim ainda é Prosthechea Fragans ("fragrante") que refere-se ao forte perfume adocicado que exala de suas flores.
 É tanto epífita como rupícola e o porte das plantas é variável e similar entre as várias espécies e consequenquemente, pouco informativo. Daí a confusão das nomenclaturas.
 
É uma espécie  amplamente distribuída, presente nas regiões tropicais da América do Sul, América Central e das Antilhas.
 
     No Brasil é igualmente comum, encontrada desde o norte so sul do país. Na Bahia, é frequente no litoral sul, sobretudo nas regiões de Una, Ilhéus e Itabuna. Na Chapada Diamantina, foi até o momento encontrada no município de Palmeiras, crescendo como epífita, no interior da mata, a.c. 900m de altitute.
     Esta está comigo desde 2008, mas este ano resolveu me presentear com várias flores e com um forte e delicioso cheiro de mel que até então eu mal senti nos anos anteriores. Uma delícia aos olhos e ao olfato.

Veremos algumas curiosidades sobre as duas espécies:

O gênero Prosthechea é composto por cerca de quinze a vinte espécies epífitas, raro rupícolas, de crescimento subcespitoso, do norte da América Latina, desde sul do México e Caribe até o norte da crescimento cespitoso, que ocorrem em matas abertas e florestas úmidas ou sazonalmente secas. Uma espécie obscura registrada para o centro oeste do Brasil.

Anacheilium: gênero criado por Hoffmannsegg, restabelecido por Pabst, excluido por Dressler a aceito novamente por Withner & Harding, e tratado por Chiron & Castro como dois subgêneros de Prosthechea. A flores de Anacheilium não ressupinam, têm a base do labelo parcialmente fundida à coluna e a inflorescência nasce de pequena espata, assim é fácil diferenciá-las de Encyclia. Nunca apresentam inflorescência mais longa que as folhas nem paniculada, suas flores raramente apresentam labelo trilobado, e sua coluna termina em três pequenos dentes que parcialmente recobrem a antera, estes dentes são sempre de tamanhos parecidos, assim podem ser diferenciadas das espécies de Prosthechea que nunca apresentam todas estas características ao mesmo tempo. Sua discussão detalhada encontra-se sob o gênero correspondente.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Prosthechea#Esp.C3.A9cies_classificadas_como_Anacheilium
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Branca como a neve


     Essa é uma Laelia Lobata Alba, orquídea brasileira da Mata Atlântica. Seu habitat predominante é o complexo de montanhas da Gávea, com incidência também, no costão do lado do mar do Pão de Açúcar, na cidade do Rio de Janeiro/RJ. É também popularmente conhecida como Lélia-da-Gávea.
É uma epífita (vive fixa em árvore), podendo ser cultivada em vasos com substrato misto (fibra de coco, pínus, carvão e brita) com boa drenagem para penetração e circulação de ar ou ainda em placas. É uma planta que forma touceiras muito rápido (oba!!! rsrs)
     
     Gosta de luz intensa, mas sem sol direto (35% sombreamento), floresce na Primavera e suas flores de um suave perfume, podem durar em média 15 dias.

Curiosidades: o nome do gênero, Laelia, foi atribuído por Lindley, fazendo referência a uma das vestais que eram as sacerdotisas que guardavam o templo de Vesta, na Roma latina. Lobata é um epíteto específico aludindo às franjas do labelo.
     Diante das características acentuadamente diferentes daquelas das Laelias mexicanas diversos taxonomistas e botânicos questionavam a classificação das Laelias brasileiras. Recentemente, estabeleceram-se duas correntes: Cássio van den Berg levou-as para o gênero Sophronitis enquanto que Guy Chiron e Vitorino Castro Paiva Neto, estabeleceram outra classificação, levando as antigas Laelias Catleióides para o gênero Hadrolaelia.        
       
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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Amo as albas!

Quanto mais conheço, mais me encanto com as orquídeas. Esta por exemplo ganhei muda este ano da minha irmã, que é orquidoida tanto quanto eu rsrs  e já me surpreendeu com suas flores e seu perfume. É uma Dendrobium Anosmum alba, nativa da Malásia, Laos, Vietname, Filipinas, Indonésia e Papua-Nova Guiné. Suas flores possuem uma fragrância suave e agradável, o que parece contradizer o nome da espécie, pois anosmum significa sem odor em latim. A fragrância é acentuada se a planta for exposta a períodos de luz intensa (mas nunca sol direto) sucedidos de escuridão total e seus caules podem alcançar a 120 cm de comprimento.


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