O Reiki é a "Arte secreta para convidar à felicidade, a medicina espiritual para todas as doenças do corpo e da mente.” (Mikao Usui)

domingo, 24 de janeiro de 2016

Margaridas: Cultivo e curiosidades

                                                 

 Oi gente! Hoje vou falar sobre Margaridas! Quer dizer, eu não, porque este texto recebi da minha amiga Maria Moura, que é apaixonadíssima por elas. Então o mérito é todo dela!!!
  Gratidão Ma, por enriquecer meu conhecimento sobre elas e por me dar a oportunidade de postar aqui neste blog!

Vamos ao texto...

Semeando amor,  colhendo amor,  essa é a lei... Gratidão universo! 
Sempre admirei a natureza, amava sentir o perfume das flores, mas agora, aprendi a sujar as mãos, cultivar, enfim,  aprendi que para florir, tem que semear, cuidar, pois o amor exige cuidados....
Bem, desde criança, a minha paixão sempre foi a margarida, convivi com muitas flores, animais, enfim, um contato direto com a obra divina do Criador, mas a margarida (no caso de flor) sempre exerceu um domínio sobre meus olhos e minhas mãos pequenas de criança, ficava triste quando faziam a brincadeira do bem-me-quer, mal-me-quer, pois nunca gostei de ver nenhuma flor ser arrancada da terra e muito menos ser destruída, acho que as flores foram feitas para nos trazer perfume, suavidade, paz, amor, alegria, mas nunca devem ser tiradas da terra, na minha concepção de criança e hoje com a certeza de "gente grande", sei que matamos uma flor se a colhermos, então eu não participava das brincadeiras e só aceito flores em vasos, tenho até hoje na memória a imagem das margaridas lindas, eu enxergava elas sorrindo, enfim, uma paixão inexplicável....

Hoje, tenho as minhas que ganhei de minha irmã de alma, meu coração se encheu de alegria quando vi a primeira margarida abrir, jamais esquecerei, gratidão eterna. É mágico ver cada folhinha nascer, mas ver e ter em meu pequeno doce lar, as minhas lindas margaridas, não tem preço...

Ganhei também uma alfazema, uma relação espiritual com essa flor, na realidade foi a primeira a abrir, falaremos dela também e o mais engraçado foi uma das orquídeas que ganhei, não tinha noção e ainda não tenho (deixando claro), pesquiso muito, sou curiosa, gosto de aprender, mas foi fantástico, pois com as outras flores, eu fui me preparando, dia a dia o botão ia se abrindo, dando sinal de que viria ao mundo para alegrar as nossas vidas, agora essa orquídea, eu fui dormir, sem noção nenhuma que aquele negócio verde era um botão, acordei no outro dia, olhei para todas as plantas e falei para a Saphira (obs: Saphira é minha Border): "Olha lá Saphira, a flor aberta inteira!!! Lá estava ela, majestosa, linda, suave, falou bom dia, eu juro que escutei... e respondi como faço com todas e faço também com meus amigos bichinhos - ahahaha - fiquei boba, abri e fechei os olhos umas quatro vezes para ter certeza.
Mágico? Sim, a palavra que define isso é magia, pura magia... Então vamos nessa viagem?

Estão todos convidados para esse lindo passeio no jardim mágico da encantadora Tida Passos

Finalizo esse texto, essa declaração de amor e gratidão com uma linda citação de Rubem Alves: 
 " Todo jardim começa com uma história de amor, antes que qualquer árvore seja plantada ou um lago construído é preciso que eles tenham nascido dentro da alma.
Quem não planta jardim por dentro, não planta jardins por fora e nem passeia por eles".


O que é Flor Margarida:
A margarida, flor cujo nome científico é Chrysanthemum leucanthemum, é uma flor que também é conhecida como malmequer, crisântemo, bem-me-quer, bonina, margarita, margarita-maior, malmequer-maior, malmequer-bravo, e olho-de-boi.  O nome desta flor vem do latim margarita, que significa “pérola”. Já em inglês, esta flor tem o nome de "Daisy", uma aparente alteração da expressão "day's eye" que significa "olho do dia", o que parece ser uma alusão ao fato desta flor se fechar durante a noite e abrir outra vez quando o sol nasce. Apesar de ser uma flor tão frágil, ela se adapta a várias tipos de solo e segundo consta, existe há mais de mil anos.
As pétalas das margaridas são alargadas e delgadas, rodeando botão central que é dourado ou amarelo. As suas folhas são ovais e seus caules compridos e delgados, podendo chegar a um metro de altura. Existem várias classes de margaridas e este nome não é dado para uma só flor, porque há uma grande variedade de "Chrysanthemum". Muitas flores que são parecidas receberam o mesmo nome, mas as mais populares entre elas são as margaridas brancas e as margaridas amarelas.
Antigamente, a margarida era considerada a flor das donzelas, e ainda hoje simboliza a juventude, virgindade, o amor inocente e a sensibilidade. Esta delicada flor também representa a pureza, a paz, a bondade e afeto. É uma flor que combina muito bem com outras, e por isso é comum vê-la juntamente com outras em arranjos florais, transmitindo uma sensação de jovialidade.
A margarida faz parte da infância de muitas pessoas, já que a brincadeira "bem-me-quer, mal-me-quer" é feita com esta flor.
Em tempos antigos, acreditava-se que remédios à base da margarida poderiam curar doenças nos olhos. Na Inglaterra, era usada como remédio, mas só era realmente eficiente se algumas palavras mágicas fossem ditas, ou se fosse adicionada água benta ao remédio. Os Assírios acreditavam que uma loção feita com margaridas esmagadas tinha o poder de devolver a cor aos cabelos brancos. Por volta do século XIII, a margarida era utilizada para limpar ferimentos, e para tratar a febre e gota.

É uma flor que muitas vezes é recriada em trabalhos manuais, como é o caso da margarida em crochê, feita pelo artesão Marcelo Nunes.

Você sabia que a margarida não é uma só flor?
Na verdade, ela é formada por várias pequenas flores que crescem uma ao lado da outra. Quem diria que uma das flores mais populares de nossos jardins - a margarida, pertencente à família Asteraceae, e, portanto, parente dos girassóis, Crisântemos, entre outras - não é uma só flor, mas a reunião de muitas flores?
Áster significa "estrela" em latim, e é por causa da distribuição de suas flores, que lembra o astro, que as margaridas e as outras flores de sua família levam este nome científico. Há na margarida inúmeras flores muito pequenas, que crescem bem próximas, uma ao lado da outra, sobre uma mesma estrutura. Esse conjunto de flores é chamado, entre os pesquisadores, de inflorescência. Para o tipo de inflorescência particular das margaridas – pequeninas flores, que funcionam perfeitamente crescendo juntas parecendo uma única flor –, os botânicos dão um nome especial: pseudanto (pseudo = falso; anthos = flor), ou seja, falsa flor.
Tente examinar a falsa flor da margarida aproximando-se bem dela. Você verá que há ali reunidos dois tipos de flores: umas formam o miolo amarelo, enquanto as outras formam a borda esbranquiçada. Mas não pense que elas crescem assim, juntas, apenas para que possamos admirar sua união. Essas flores têm funções biológicas importantes quando unidas, como a de produzir néctar, atrair polinizadores, além de gerar e receber pólen. Para isso, se dividem para desempenhar essas diversas “tarefas”. Muitas começam a desabrochar das extremidades em direção ao centro, assim, enquanto as flores da periferia estão na fase feminina – durante a qual são capazes de receber pólen –, as flores mais centrais estão na fase masculina – na qual liberam seu próprio pólen.

- Fonte: Ciência Hoje - Texto de: Marinês Eiterer - Bióloga 


A LENDA DA MARGARIDA

Por: Velma Damasceno Porto



Durante muito tempo quase que diariamente na época da Primavera ou do Verão a ninfa inocência sentia-se muito contente por sonhar com as lindas margaridas. Com essa revelação a bela e gentil menina de cabelos doirados sabia que estava nas graças dos deuses, pois diziam que sonhar com margaridas é sinal de boa sorte. Para a menina afetuosa significava muito quando em seus sonhos vinha um anjo e lhe entregava as singelas flores. 

Mas, num dia de verão a menininha quando acordou percebeu que não havia sonhado com as margaridas, muito tristonha saiu pelo bosque a procura de Clóris para que lhe explicasse o motivo. Procurou por vários dias e nada de encontrar a rainha das flores. Mesmo assim não desanimou de procurá-la. Já muito exausta de andar no sol escaldante, sentou-se próximo a um lago, recostou sua cabeça numa pedra e adormeceu. 

Quando dormia um anjo lhe apareceu e lhe entregou as margaridas mais lindas que jamais vira. Eram de todas as cores - brancas, amarelas e vermelhas. Ao acordar muito satisfeita, pois, conseguira seu intento, foi para casa. Quando chegou viu outras crianças brincando na pracinha em frente e cada uma delas segurava uma margarida como os pássaros que estavam ao seu redor e que cada um deles segurava no bico uma margarida.
Aproximou-se para junto delas. Viu que uma menina a de cabelos pretos encaracolados estava junto com mais duas a despetalar a margarida e diziam assim:
"Bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer...."
Chegou perto delas e lhes perguntou que estavam fazendo com a flor. 
A menina de cor bem escurinha que segurava a flor branca lhe respondeu que era para tirar a sorte. 
- E por que tem que ser as três cores?
A menina de cor pálida de cabelos cor de mel respondeu-lhe:
- Não! Não precisa ser as três cores! Mas, como uma linda moça de olhos bem azuis passava com uma cesta cheia de margaridas de cores variadas e nos entregou e nos ensinou a fazer esta brincadeira dizendo que as margaridas são flores alegres e cheias de vida. E que é considerada a flor das crianças a margarida amarela simbolizava a inocência e a gentileza, a margarida branca simbolizava o afeto e a vermelha a beleza.




Rainha Margarida -  Áster da China 

Planta herbácea de ciclo de verão, com altura entre 0,20 e 0,50 m, bastante ramificada.
As folhas são verde mais escuro na parte superior e quase branca na inferior, com bordas recortadas, com leve pilosidade.
As flores são em capítulos solitários, simples ou dobrados, nas pontas dos ramos flexíveis. As cores são branca, rosa-clara, rosa-escura e violetas.

Florescem da primavera ao verão e podem ser cultivadas para regiões de clima ameno a frio.

A rainha-margarida é uma planta de cultivo muito antigo. No seu país de origem é muito usada para arranjos florais devido a sua longa duração em vaso. 
No Brasil ainda é pouco usada para este fim, seu plantio em canteiros ocorre mais porque as pessoas são apaixonadas por margaridas.
Pode ser usada em grandes canteiros para maciços, como bordadura junto a plantas altas, como pitosporos e palmeirasTambém em jardineiras junto a piscinas e áreas de convivência familiar no verão, inclusive no litoral, desde que abrigada de ventos que possam despetalar suas flores.
Curiosidades - Margaridas
As margaridas são as flores que abrem mal nasce o dia, por isso foi-lhes dado o nome "olhos do dia". Na tradução do grego margarida significa "pérola". As margaridas brancas ou cor-de-rosa decoram os nossos canteiros e existe uma lenda relacionada com o seu aparecimento; uma menina pequenina sussurrou um pedido ao céu da noite:
_"Oh estrelas! Por favor, queria que se transformassem em flores, para que eu pudesse brincar com vocês." 
     As estrelas refletiram num orvalho matinal e quando a menina acordou, viu muitas margaridas prateadas no seu jardim. Então o Sol perguntou de manhã à margarida: "Estás feliz? Tens algum desejo?"
" Obrigada - respondeu a margarida - estou feliz. Mas deixa-me florescer todas as estações, para poder alegrar as crianças." Depois o Sol tocou na margarida com os seus raios solares e deixou no meio da flor um círculo amarelo.

- Outra lenda diz que havia uma bonita donzela, que era perseguida por um homem velho há já algum tempo. Então, ela pediu proteção à natureza e esta transformou-a numa margarida. De acordo com uma lenda russa, as margaridas surgiram do colar de Lublava que se desfez, quando a donzela corria para os braços do seu amado Sadko.

- Na Idade Média um cavaleiro, que se iria casar, gravou no seu escudo a imagem de uma margarida.

- Ludovico IX, em honra da sua mulher margarida, ordenou que a flor fosse gravada na bandeira real e também no seu anel.

- Muitas pessoas vêem a margarida como sendo o símbolo de bondade e de afeto. Na Inglaterra é adorada por muitos e glorificada em muitas canções.  

- As Margaridas são associadas a ideias de simplicidade e modéstia.
Margaridas representam inocência, pureza, lealdade, simplicidade, confiança, virgindade, e significa ter criatividade na hora da dúvida.

- As flores das Margaridas representam a Estrela Cigana, no universo mágico do horóscopo cigano, está muito ligada ao signo de Touro. esse signo se refere a uma estrela de seis pontas formada por dois triângulos que indicam, numa visão otimista, que aquilo que está em cima é o mesmo que aquilo que está em baixo.

- Com seu nome de mulher, há muito tempo que a Margarida é uma frequente fonte de inspiração a poetas, trovadores e românticos em geral.

Fonte: Jardim flores do beija-flor do amor

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sábado, 28 de março de 2015

Commelina erecta (Erva de Santa Luzia)


Como nem só de amor pelas orquídeas vive a pessoa aqui, hoje vou falar um pouco sobre uma erva daninha que encontrei em pleno asfalto e que me encantou pela cor, pela beleza e pela delicadeza da planta.

Bem... descobri que se tratava de uma erva daninha quando postei a foto dela na minha página do Facebook e uma amiga me ajudou a identificá-la como Commelina-erecta, também conhecida como Trapoeraba azul,  Erva-de-Santa Luzia, Capim-de-Santa Luzia, Maria-mole, Marianinha-branca, Rabo-de-cachorro, Commelina benghalensis L. (alusivo a Benghala, Índia, onde foi descrita pela primeira vez), Andaca, Andacá, Andarca, entre outros, revelando ainda que se tratava também de uma planta medicinal. Pronto! Mais um motivo para que eu me apaixonasse por ela!

Curiosidades:
. A Commelina-erecta é uma herbácea florífera originária dos trópicos, mas que possui grande capacidade de adaptação e hoje em dia pode-se vê-la em climas subtropicais e temperados. É uma planta muito rústica, mas que não tolera períodos muito secos.  Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com muita matéria orgânica e mantido úmido. Adequada para a formação de maciços e renques junto a muros, sendo excelente para cobrir o solo em torno do tronco das árvores, como forração de meia-sombra. Pode ser plantada em vasos e jardineiras também (a minha está em vaso).
. É considerada erva daninha devido à sua grande capacidade de adaptação e multiplicação (por estaquia e por sementes). Sua substância leitosa é prejudicial para os animais. O lado bom é que floresce o ano todo!
. Bastante usada na medicina alternativa como contra afecções oculares e infecções em geral, uretrite, retenção urinária, anti-hemorrágica, antirreumática e desobstruente e ainda em casos de angina e verrugas.

É.. cada dia acredito mais na minha identificação com a frase do Marquês de Sade: “Antes de ser um homem da sociedade, sou da natureza”

Até a próxima pessoal!

Fontes:

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Maxillaria picta

Carijó? Boca de formiga?
O nome Maxillaria vem do latim e se refere à aparência de boca de formiga que a visão das sépalas laterais nos proporciona. Daí algumas regiões a chamarem de “Boca de formiga”. Já na região sul, são carinhosamente chamadas de "Carijó" .
Também conhecida como Maxillaria picta Hook é originária do Brasil e Argentina - quarenta das noventa espécies brasileiras pertencem a Mata Atlântica e região sudeste, podendo ser facilmente encontradas em lugares abertos, sobre rochas ou ainda como epífita dentro da mata. Bem comum entre nós, mas ignorada por muitos. Que triste!

É de fácil cultivo, mas a minha andou  “rebelde” descansando por quatro anos sem me dar flores, mas este ano me encheu os olhos e o meu olfato com o seu perfume adocicado. Não tolera umidade excessiva nas raízes, que apodrecem se ficarem encharcadas e precisam de muita claridade para “despertar” e florir no inverno.
Ficha da planta retirada do site http://www.orquideas.eco.br/1423-maxillaria-picta/
Conhecida como: Maxillaria picta Hook. 1832 sect. Repentes Christenson 2013;
Sinônimos: Brasiliorchis picta (Hook.) R.B.Singer, S.Koehler & Carnevali 2007; Maxillaria fuscata Klotsch 1888; Maxillaria hoehnei Schltr. 1921; Maxillaria kreysigii ex Beer Rchb.f 1854; Maxillaria kreysigii Hoffmanns. ex Regel 1856; Maxillaria leucocheila Hoffmannsegg 1843; Maxillaria monoceras Klotsch 1863; Maxillaria picta var rupestris Hooker 1832; Maxillaria punctata Hoehne not Lodd. 1949; Maxillaria rupestris var brevis Hoehne & Schlechter 1927; Maxillaria rupestris var minor Hoehne 1952;
Origem: Brasil e Argentina;
Planta: Epífita e, ocasionalmente, rupícola, 20 centímetros;
Flor: 5 centímetros;
Época de floração: inverno, primavera;
Longevidade das flores: 15 - 25 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa

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terça-feira, 13 de maio de 2014

As Plantas e o Reiki




Bem... não é novidade para aqueles que são próximos a mim, o meu amor, respeito, admiração e dedicação pela natureza e pelas plantas - em especial as orquídeas.

Agora volto com mais uma paixão: O Reiki!

Energia Universal que pode ser enviada também à distância, servindo igualmente para o tratamento de quaisquer organismo vivo como animais e plantas.
A ciência moderna, através das suas pesquisas, tem divulgado muita informação sobre a sensibilidade das plantas. E ter plantas em casa ou num jardim é sempre muito gratificante. Sabemos que elas reagem ao tratamento carinhoso que damos e como forma de agradecimento, ficam viçosas e nos dão flores lindas. 
Com a energia Reiki também podemos beneficiar nossas plantas oferecendo energias benéficas, eliminando toxinas, oferecendo uma vida mais saudável. Não só podemos enviar Reiki diretamente com as mãos em suas raízes, caule, folhas e flores, como também podemos utilizar a água energizada com Reiki durante as regas. E como prova disso, é incrível observar como flores que acabaram de murchar, muitas vezes recuperam a sua beleza em poucas horas com a energia Reiki.
Elas agradecem! Pois geralmente as plantas que recebem Reiki, crescem mais rápido e são mais vistosas.

O Reiki nas plantas deve ser aplicado aproximadamente dois a três minutos para as sementes e cerca de cinco a dez minutos para plantas decorativas. 
Ao tratar a planta não há necessidade de tocá-la, podendo colocar as mãos ao redor do vaso ou na terra da planta. Se tiver uma planta a morrer e notar que o Reiki está a secá-la, não entre em pânico! O Reiki não atua como dádiva de vida se o ser vivo já se encontra em processo de final de vida. O que o Reiki poderá induzir será tranquilidade e paz no final da vida. O Reiki pode acelerar processos naturais como cura, mas nunca irá encurtar o período de vida.
 
O Reiki baseia-se em equilíbrio, paz e amor. Transmitindo amor à partilha, permitimos à planta a sensação de alegria e tranquilidade.
Sinta-se bem e ligue-se em amor com a natureza que nos rodeia!
Luz, Energia e Paz a todos!
Fontes:
http://reikiluzparatodos.blogspot.com.br/2012/10/reiki-nas-plantas.html#.U3JJZ-lOXZ5
http://www.codigodiamante.com/2012/05/plantas-e-reiki/




 




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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Vanda (Papilionanthe teres)



Ganhei essa "menina" de uma amiga no final de 2004, quando eu estava começando a "pegar gosto" por orquídeas e, confesso, cheguei a duvidar se era mesmo uma orquídea, tamanha a esquisitice que vi nela: primeiro o formato das folhas e logo depois aqueles botões estranhos parecendo casulos rsrsrs

Outra surpresa  foi ouvir as dicas para o plantio: tem raízes aéreas mas devo plantar na terra com suporte? Agora sei que pode ser cultivada, inclusive, sem substrato algum!

Bem, assim o fiz...

Hoje ela está bem grandinha e encorpada, com aproximadamente 2,5 metros de altura, num vaso grande de barro numa mistura de terra e substrato e fica exposta ao sol direto por grande parte do dia. Suas flores surgem na primavera, portando de duas até cinco flores medindo em média 5 cm de diâmetro cada uma saindo da margem lateral das folhas teretes.

Resultado: toda aquela esquisitice inicial transformou-se em encantamento!!!


Classificação:
Gênero Papilionanthe Schltr.; Espécie: Papilionanthe teres (Roxb.) Schltr.; Tribo: Vandeae; Subtribo: Sarcanthinae; Etimologia: Papilionanthe, do latim "papilio", borboleta; “anthe", flor; alusão ao formato de sua flor que lembraria uma borboleta; Epíteto: teres, do latim “teres -etis", cilídrico, redondo, delgado, em referência ao formato de suas folhas.


 Curiosidades:
 O gênero Papilionanthe Schltr. compreende 10 espécies, nativas da Asia tropical, do Sri Lanka até Sulawesi. A espécie Papilionanthe teres (Roxb.) Schlecter, mais conhecida pela nomenclatura Vanda teres (hoje sinônimo) já em 1915 foi reclassificada pelo pesquisador botânico Schlecter, do gênero Vanda para o gênero Papilionanthe, e várias de suas espécies foram previamente divididas entre Aerides e Vanda, entretanto pelo fraco embasamento científico da época foi rejeitada sua proposta até 1972, quando o pesquisador Garay aprofundou e ampliou essas pesquisas, estabelecendo de vez a espécie motivo deste artigo na atual nomenclatura. Mesmo com essa mudança, as espécies desse gênero são mais conhecidas como Vandas teretifoliadas, pelo formato cilindrico de suas folhas, diferentemente do formato das folhas planas e lanceoladas das verdadeiras Vandas. A espécie Papilionanthe teres é uma epífita nativa do Nepal ao nordeste da Índia, China e Indochina.


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