O Reiki é a "Arte secreta para convidar à felicidade, a medicina espiritual para todas as doenças do corpo e da mente.” (Mikao Usui)

sábado, 28 de março de 2015

Commelina erecta (Erva de Santa Luzia)


Como nem só de amor pelas orquídeas vive a pessoa aqui, hoje vou falar um pouco sobre uma erva daninha que encontrei em pleno asfalto e que me encantou pela cor, pela beleza e pela delicadeza da planta.

Bem... descobri que se tratava de uma erva daninha quando postei a foto dela na minha página do Facebook e uma amiga me ajudou a identificá-la como Commelina-erecta, também conhecida como Trapoeraba azul,  Erva-de-Santa Luzia, Capim-de-Santa Luzia, Maria-mole, Marianinha-branca, Rabo-de-cachorro, Commelina benghalensis L. (alusivo a Benghala, Índia, onde foi descrita pela primeira vez), Andaca, Andacá, Andarca, entre outros, revelando ainda que se tratava também de uma planta medicinal. Pronto! Mais um motivo para que eu me apaixonasse por ela!

Curiosidades:
. A Commelina-erecta é uma herbácea florífera originária dos trópicos, mas que possui grande capacidade de adaptação e hoje em dia pode-se vê-la em climas subtropicais e temperados. É uma planta muito rústica, mas que não tolera períodos muito secos.  Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com muita matéria orgânica e mantido úmido. Adequada para a formação de maciços e renques junto a muros, sendo excelente para cobrir o solo em torno do tronco das árvores, como forração de meia-sombra. Pode ser plantada em vasos e jardineiras também (a minha está em vaso).
. É considerada erva daninha devido à sua grande capacidade de adaptação e multiplicação (por estaquia e por sementes). Sua substância leitosa é prejudicial para os animais. O lado bom é que floresce o ano todo!
. Bastante usada na medicina alternativa como contra afecções oculares e infecções em geral, uretrite, retenção urinária, anti-hemorrágica, antirreumática e desobstruente e ainda em casos de angina e verrugas.

É.. cada dia acredito mais na minha identificação com a frase do Marquês de Sade: “Antes de ser um homem da sociedade, sou da natureza”

Até a próxima pessoal!

Fontes:

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Maxillaria picta

Carijó? Boca de formiga?
O nome Maxillaria vem do latim e se refere à aparência de boca de formiga que a visão das sépalas laterais nos proporciona. Daí algumas regiões a chamarem de “Boca de formiga”. Já na região sul, são carinhosamente chamadas de "Carijó" .
Também conhecida como Maxillaria picta Hook é originária do Brasil e Argentina - quarenta das noventa espécies brasileiras pertencem a Mata Atlântica e região sudeste, podendo ser facilmente encontradas em lugares abertos, sobre rochas ou ainda como epífita dentro da mata. Bem comum entre nós, mas ignorada por muitos. Que triste!

É de fácil cultivo, mas a minha andou  “rebelde” descansando por quatro anos sem me dar flores, mas este ano me encheu os olhos e o meu olfato com o seu perfume adocicado. Não tolera umidade excessiva nas raízes, que apodrecem se ficarem encharcadas e precisam de muita claridade para “despertar” e florir no inverno.
Ficha da planta retirada do site http://www.orquideas.eco.br/1423-maxillaria-picta/
Conhecida como: Maxillaria picta Hook. 1832 sect. Repentes Christenson 2013;
Sinônimos: Brasiliorchis picta (Hook.) R.B.Singer, S.Koehler & Carnevali 2007; Maxillaria fuscata Klotsch 1888; Maxillaria hoehnei Schltr. 1921; Maxillaria kreysigii ex Beer Rchb.f 1854; Maxillaria kreysigii Hoffmanns. ex Regel 1856; Maxillaria leucocheila Hoffmannsegg 1843; Maxillaria monoceras Klotsch 1863; Maxillaria picta var rupestris Hooker 1832; Maxillaria punctata Hoehne not Lodd. 1949; Maxillaria rupestris var brevis Hoehne & Schlechter 1927; Maxillaria rupestris var minor Hoehne 1952;
Origem: Brasil e Argentina;
Planta: Epífita e, ocasionalmente, rupícola, 20 centímetros;
Flor: 5 centímetros;
Época de floração: inverno, primavera;
Longevidade das flores: 15 - 25 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa

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terça-feira, 13 de maio de 2014

As Plantas e o Reiki




Bem... não é novidade para aqueles que são próximos a mim, o meu amor, respeito, admiração e dedicação pela natureza e pelas plantas - em especial as orquídeas.

Agora volto com mais uma paixão: O Reiki!

Energia Universal que pode ser enviada também à distância, servindo igualmente para o tratamento de quaisquer organismo vivo como animais e plantas.
A ciência moderna, através das suas pesquisas, tem divulgado muita informação sobre a sensibilidade das plantas. E ter plantas em casa ou num jardim é sempre muito gratificante. Sabemos que elas reagem ao tratamento carinhoso que damos e como forma de agradecimento, ficam viçosas e nos dão flores lindas. 
Com a energia Reiki também podemos beneficiar nossas plantas oferecendo energias benéficas, eliminando toxinas, oferecendo uma vida mais saudável. Não só podemos enviar Reiki diretamente com as mãos em suas raízes, caule, folhas e flores, como também podemos utilizar a água energizada com Reiki durante as regas. E como prova disso, é incrível observar como flores que acabaram de murchar, muitas vezes recuperam a sua beleza em poucas horas com a energia Reiki.
Elas agradecem! Pois geralmente as plantas que recebem Reiki, crescem mais rápido e são mais vistosas.

O Reiki nas plantas deve ser aplicado aproximadamente dois a três minutos para as sementes e cerca de cinco a dez minutos para plantas decorativas. 
Ao tratar a planta não há necessidade de tocá-la, podendo colocar as mãos ao redor do vaso ou na terra da planta. Se tiver uma planta a morrer e notar que o Reiki está a secá-la, não entre em pânico! O Reiki não atua como dádiva de vida se o ser vivo já se encontra em processo de final de vida. O que o Reiki poderá induzir será tranquilidade e paz no final da vida. O Reiki pode acelerar processos naturais como cura, mas nunca irá encurtar o período de vida.
 
O Reiki baseia-se em equilíbrio, paz e amor. Transmitindo amor à partilha, permitimos à planta a sensação de alegria e tranquilidade.
Sinta-se bem e ligue-se em amor com a natureza que nos rodeia!
Luz, Energia e Paz a todos!
Fontes:
http://reikiluzparatodos.blogspot.com.br/2012/10/reiki-nas-plantas.html#.U3JJZ-lOXZ5
http://www.codigodiamante.com/2012/05/plantas-e-reiki/




 




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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Vanda (Papilionanthe teres)



Ganhei essa "menina" de uma amiga no final de 2004, quando eu estava começando a "pegar gosto" por orquídeas e, confesso, cheguei a duvidar se era mesmo uma orquídea, tamanha a esquisitice que vi nela: primeiro o formato das folhas e logo depois aqueles botões estranhos parecendo casulos rsrsrs

Outra surpresa  foi ouvir as dicas para o plantio: tem raízes aéreas mas devo plantar na terra com suporte? Agora sei que pode ser cultivada, inclusive, sem substrato algum!

Bem, assim o fiz...

Hoje ela está bem grandinha e encorpada, com aproximadamente 2,5 metros de altura, num vaso grande de barro numa mistura de terra e substrato e fica exposta ao sol direto por grande parte do dia. Suas flores surgem na primavera, portando de duas até cinco flores medindo em média 5 cm de diâmetro cada uma saindo da margem lateral das folhas teretes.

Resultado: toda aquela esquisitice inicial transformou-se em encantamento!!!


Classificação:
Gênero Papilionanthe Schltr.; Espécie: Papilionanthe teres (Roxb.) Schltr.; Tribo: Vandeae; Subtribo: Sarcanthinae; Etimologia: Papilionanthe, do latim "papilio", borboleta; “anthe", flor; alusão ao formato de sua flor que lembraria uma borboleta; Epíteto: teres, do latim “teres -etis", cilídrico, redondo, delgado, em referência ao formato de suas folhas.


 Curiosidades:
 O gênero Papilionanthe Schltr. compreende 10 espécies, nativas da Asia tropical, do Sri Lanka até Sulawesi. A espécie Papilionanthe teres (Roxb.) Schlecter, mais conhecida pela nomenclatura Vanda teres (hoje sinônimo) já em 1915 foi reclassificada pelo pesquisador botânico Schlecter, do gênero Vanda para o gênero Papilionanthe, e várias de suas espécies foram previamente divididas entre Aerides e Vanda, entretanto pelo fraco embasamento científico da época foi rejeitada sua proposta até 1972, quando o pesquisador Garay aprofundou e ampliou essas pesquisas, estabelecendo de vez a espécie motivo deste artigo na atual nomenclatura. Mesmo com essa mudança, as espécies desse gênero são mais conhecidas como Vandas teretifoliadas, pelo formato cilindrico de suas folhas, diferentemente do formato das folhas planas e lanceoladas das verdadeiras Vandas. A espécie Papilionanthe teres é uma epífita nativa do Nepal ao nordeste da Índia, China e Indochina.


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domingo, 7 de julho de 2013

Laelia pumila


Me perdoem a ausência...








Hoje vou falar um pouco sobre essa orquídea de pequeno porte: a Laelia pumila - endêmica das matas úmidas de Minas Gerais e Espírito Santo, é bastante querida e cultivada no País.

Tornou-se "meu sonho de consumo" ao vê-la exposta por amigos em alguns grupos de Orquídeas, dos quais faço parte. A grande surpresa para mim, quando a comprei poucos dias atrás, foi o seu cheirinho nada agradável (xixi curtido rsrsrs), mas esse "pequeno detalhe" não me tirou o encanto por ela.

Sua floração ocorre no Verão e Outono, podendo durar até 15 dias. Para uma boa floração, deve-se ter cuidado com umidade, ventilação, luminosidade e adubação, com temperaturas entre 10 e 35°C e sombreamento de 50%. É uma planta relativamente delicada e precisa de umidade constante. Assim, o ideal é não deixá-la secar totalmente por períodos longos. A umidade do ar deve estar em torno de 60% ou mais, porém, o importante é observar a rapidez com que seca e, então evitar. Isso também depende muito do substrato, já que quando este retém mais água, a frequência de regas deve ser menor, pois o excesso de água pode fazer com que as raízes apodreçam, mas a falta também pode levar à perda, pois se desidrata com facilidade.


De olhos atentos:A Laelia pumila pode perecer com ataques de cochonilhas e doenças fúngicas, por isso, é fundamental acompanhá-la sempre de perto. "Se estiver enfraquecida, ficará mais suscetível. Quando houver problemas com cochonilhas e pulgões, lave bem com água e sabão e aplique canela em pó (inseticida e bactericida natural). 

http://portal.casadois.com.br/materias.php?id_materia=1340199297
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